Uma análise da obra Cyclone de José Augusto Mannis
DOI:
https://doi.org/10.52930/mt.v10i2.356Resumo
Neste trabalho analisamos a obra eletroacústica Cyclone, composta em 1983 por José Augusto Mannis. Nossa análise utiliza as teorias da espectromorfologia de Denis Smalley (1986; 1997), o método de nomeação de objetos sonoros proposto por Chion (2009) e ainda a análise de espectrogramas e sonogramas do registro sonoro, com o intuito de compreender os materiais composicionais utilizados por Mannis, assim como aspectos estruturais e interpretativos da peça. A análise constatou a predominância da espectromorfologia gestual de Smalley, com menos seções texturais. Reconhecemos ainda uma grande variedade de movimentações espaciais de objetos sonoros reais e virtuais, cuja predominância relaciona-se ao título da obra.