Sobre a Revista

Processo de Avaliação pelos Pares

Os artigos submetidos à MUSICA THEORICA passam por uma avaliação inicial do editor e do conselho editorial, a fim de analisar se há pertinência temática com o foco e o escopo da Revista, além de se identificar a subárea em que se inscrevem. Numa segunda etapa, cada artigo aceito para avaliação é então encaminhado a dois pesquisadores reconhecidos como especialistas no domínio de conhecimento em questão, para a emissão de parecer conclusivo que poderá recomendar o aceite (com ou sem sugestões de alterações) ou a recusa do trabalho. Caso haja algum tipo de divergência entre os pareceres, o artigo é encaminhado a um terceiro avaliador.

A editoria de MUSICA THEORICA recomenda aos avaliadores considerar os seguintes parâmetros para a orientação da avaliação:

(1) A relevância do trabalho, tendo em vista sua atualidade e seu potencial de contribuição com a ampliação do conhecimento na área de teoria e análise musical;

(2) A adequação do conteúdo e da estrutura textuais, considerando-se aspectos como clareza dos objetivos, fluência e consistência da argumentação, rigor na abordagem teórico-metodológica e na fundamentação da pesquisa, coerência entre objetivos e resultados apresentados, e qualidade técnica dos elementos gráficos e sonoros vinculados ao texto principal;

(3) A qualidade das referências bibliográficas citadas, verificando-se a consistência da interlocução com a produção da área, assim como a relevância e a atualidade dos trabalhos referenciados no texto;

(4) A pertinência da formatação do texto, considerando as normas estabelecidas pela publicação, e a qualidade de conteúdos como título (clareza, concisão e coerência com o conteúdo do texto), resumo (síntese do conteúdo, salientando objetivos, referencial teórico e/ou metodologia, e resultados), palavras-chave (como descritores de conteúdo), qualidade da tradução do resumo e das palavras-chave.

 

Ao final da avaliação os pareceristas devem emitir seu parecer sobre o artigo submetido com uma das seguintes recomendações ao Editor:

  1. Aprovado para publicação sem alterações
  2. Recomendado para publicação com sugestão de alterações
  3. Recomendado para publicação desde que feitas as alterações exigidas
  4. Não recomendado para publicação

Em todos esses quatro casos os pareceres devem ser circunstanciados. As recomendações ou exigências de alterações mencionadas nas categorias B e C devem ser justificadas com ampla consistência na argumentação e na análise dos resultados da pesquisa, não bastando emitir opiniões genéricas ou superficiais.  Especialmente no caso D, solicita-se ao avaliador uma necessária fundamentação para a recusa, baseada nos tópicos de avaliação 1 a 4.

Periodicidade

Semestral (junho e dezembro)

Política de Acesso Livre

Esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização mundial do conhecimento.

Conselho Editorial

Conselho Editorial

Carole Gubernikoff - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, UNIRIO

Celso Loureiro Chaves - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS

Fausto Borém de Oliveira - Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG

Janet Schmalfeldt - Tufts University

João Pedro Paiva de Oliveira - Universidade de Aveiro, Portugal

Jonathan Dunsby - Eastman School of Music, Rochester

José Oliveira Martins - Universidade Católica de Portugal, Porto

Ludwig Holtmeier - Hochschule fuer Musik Freiburg

Lawrence Kramer - Fordham University

Maria Alice Volpe - Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ

Maria Lucia Paschoal - Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP

Mark Evan Bonds - University of North Carolina

Michael Klein - Temple University

Michiel Schuijer - Amsterdan University of Arts, Conservatorium van Amsterdam

Miguel Roig-Francolí - University of Cincinnati

Paulo de Tarso Salles - Universidade de São Paulo, USP

Paulo Costa Lima - Universidade Federal da Bahia, UFBA

Diretoria 2019-20 da Associação Brasileira de Teoria e Análise Musical, TeMA

Presidente: Rodolfo Coelho de Souza, USP

Vice-Presidente: Maria Lúcia Pascoal, UNICAMP

Secretário: Guilherme Sauerbronn de Barros, UDESC

Tesoureiro: Cássia Carrascoza Bomfim, USP

Editor: Norton Dudeque, UFPR

Apresentação

Apresentação da Revista 

MUSICA THEORICA é um periódico eletrônico publicado semestralmente pela Associação Brasileira de Teoria e Análise Musical (TeMA). É uma revista acadêmica, criada na Assembleia da TeMA de 2015 e tem como missão fomentar a produção de conhecimento científico na área de teoria e análise musical, promovendo a difusão de pesquisas e estimulando o diálogo com áreas afins. Está comprometida, portanto, com a divulgação de resultados de pesquisa na área de teoria e análise musical publicando artigos científicos que reflitam o estado atual de conhecimento da área. Atende a um perfil diversificado de leitores que atuam em áreas como a teoria da música, a análise musical, a musicologia sistemática e histórica, os processos criativos e perceptivos em música, além da pedagogia musical e os estudos culturais em geral nas áreas de interesse da TeMA. A publicação adota o Acordo Ortográfico de 1990, assinado pela Comunidade de Países de Língua Portuguesa, e as normas internacionalmente utilizadas da SMT - Society for Music Theory para referências e demais critérios de formatação. Recebe contribuições do Brasil e do exterior em fluxo contínuo, e é publicada em um volume anual com duas edições cujos meses de referência são janeiro–junho (número 1) e julho–dezembro (número 2).

 

MUSICA THEORICA é um periódico arbitrado e recebe artigos em português, inglês e espanhol. Seu Conselho Editorial, bem como seus eventuais pareceristas ad hoc, recebem e avaliam continuamente os trabalhos submetidos para publicação, em processo de avaliação duplo-cega, garantido pelo sistema em que está implantado (PKP Open Journal Systems/ IBICT-SEER). A partir do aviso de recebimento do trabalho submetido, a editoria da Revista compromete-se a comunicar ao autor o resultado da avaliação no prazo de 30 a 60 dias. Para dar início ao processo de submissão de trabalhos, os autores devem estar cadastrados no sistema (formulário eletrônico encontrado em “Cadastro” no menu superior da página eletrônica da Revista) e fazer login em “Página do Usuário” (menu superior) — a partir do que os autores podem também acompanhar o processo editorial em curso. Os textos submetidos devem atender às normas descritas na seção “Diretrizes para Autores”.

 

Corpo de pareceristas ad-hoc

 

Acácio Tadeu Piedade – UDESC

Achille Guido Picchi – UNESP

Anselmo Guerra de Almeida – UFG

Adriana Lopes Moreira - USP

Antenor Ferreira Correa – UNB

Any Raquel Souza de Carvalho – UFRGS

Carlos de Lemos Almada – UFRJ

Carole Gubernikoff - UNIRIO

Cristina Capparelli Gerling – UFRGS

Damián Keller - UFAC

Didier Guigue – UFPB

Edson Hansen Sant’Ana – UFMS

Elizabeth West Marvin – Eastmann School of Music

Fausto Borém – UFMG

Felipe de Almeida Ribeiro - UNESPAR

Flavio Santos Pereira  - UNB

Gabriel Henrique Navia – UNILA

Guilherme Sauerbronn de Barros – UDESC

Ilza Costa Nogueira – UFPB

João Pedro de Oliveira – UFMG

José Orlando Alves – UFPB

Liduino Pitombeira - UFRJ

Luis Felipe Oliveira – UFMS

Marcos Nogueira – UFRJ

Maria Alice Volpe – UFRJ

Maria Lúcia Pascoal – UNICAMP

Michael L. Klein – Temple University

Norton Dudeque – UFPR

Paulo de Tarso Salles – USP

Paul Rudy – University of Kansas

Pauxy Gentil-Nunes - UFRJ

Ricardo Mazzini Bordini – UFMA

Robert Hatten – University of Texas at Austin

Rodolfo Coelho de Souza – USP

Victor Lazzarini – Maynooth University

Zélia Chueke – UFPR

Histórico do periódico

Apresentação da Revista e Critérios de Avaliação de Artigos

MUSICA THEORICA é um periódico eletrônico publicado semestralmente pela Associação Brasileira de Teoria e Análise Musical (TeMA). É uma revista acadêmica, criada na Assembleia da TeMA de 2015 e tem como missão fomentar a produção de conhecimento científico na área de teoria e análise musical, promovendo a difusão de pesquisas e estimulando o diálogo com áreas afins. Está comprometida, portanto, com a divulgação de resultados de pesquisa na área de teoria e análise musical publicando artigos científicos que reflitam o estado atual de conhecimento da área. Atende a um perfil diversificado de leitores que atuam em áreas como a teoria da música, a análise musical, a musicologia sistemática e histórica, os processos criativos e perceptivos em música, além da pedagogia musical e os estudos culturais em geral nas áreas de interesse da TeMA. A publicação adota o Acordo Ortográfico de 1990, assinado pela Comunidade de Países de Língua Portuguesa, e as normas internacionalmente utilizadas da SMT - Society for Music Theory para referências e demais critérios de formatação. Recebe contribuições do Brasil e do exterior em fluxo contínuo, e é publicada em um volume anual com duas edições cujos meses de referência são janeiro–junho (número 1) e julho–dezembro (número 2).

 

MUSICA THEORICA é um periódico arbitrado e recebe artigos em português, inglês, francês e espanhol. Seu Conselho Editorial, bem como seus eventuais pareceristas ad hoc, recebem e avaliam continuamente os trabalhos submetidos para publicação, em processo de avaliação duplo-cega, garantido pelo sistema em que está implantado (PKP Open Journal Systems/ IBICT-SEER). A partir do aviso de recebimento do trabalho submetido, a editoria da Revista compromete-se a comunicar ao autor o resultado da avaliação no prazo de 30 a 60 dias. Para dar início ao processo de submissão de trabalhos, os autores devem estar cadastrados no sistema (formulário eletrônico encontrado em “Cadastro” no menu superior da página eletrônica da Revista) e fazer login em “Página do Usuário” (menu superior) — a partir do que os autores podem também acompanhar o processo editorial em curso. Os textos submetidos devem atender às normas descritas na seção “Diretrizes para Autores”.

 

Os artigos submetidos à MUSICA THEORICA passam por uma avaliação inicial do editor e do conselho editorial, a fim de analisar se há pertinência temática com o foco e o escopo da Revista, além de se identificar a subárea em que se inscrevem. Numa segunda etapa, cada artigo aceito para avaliação é então encaminhado a dois pesquisadores reconhecidos como especialistas no domínio de conhecimento em questão, para a emissão de parecer conclusivo que poderá recomendar o aceite (com ou sem sugestões de alterações) ou a recusa do trabalho. Caso haja algum tipo de divergência entre os pareceres, o artigo é encaminhado a um terceiro avaliador.

A editoria de MUSICA THEORICA recomenda aos avaliadores considerar os seguintes parâmetros para a orientação da avaliação:

(1) A relevância do trabalho, tendo em vista sua atualidade e seu potencial de contribuição com a ampliação do conhecimento na área de teoria e análise musical;

(2) A adequação do conteúdo e da estrutura textuais, considerando-se aspectos como clareza dos objetivos, fluência e consistência da argumentação, rigor na abordagem teórico-metodológica e na fundamentação da pesquisa, coerência entre objetivos e resultados apresentados, e qualidade técnica dos elementos gráficos e sonoros vinculados ao texto principal;

(3) A qualidade das referências bibliográficas citadas, verificando-se a consistência da interlocução com a produção da área, assim como a relevância e a atualidade dos trabalhos referenciados no texto;

(4) A pertinência da formatação do texto, considerando as normas estabelecidas pela publicação, e a qualidade de conteúdos como título (clareza, concisão e coerência com o conteúdo do texto), resumo (síntese do conteúdo, salientando objetivos, referencial teórico e/ou metodologia, e resultados), palavras-chave (como descritores de conteúdo), qualidade da tradução do resumo e das palavras-chave.

 

Ao final da avaliação os pareceristas devem emitir seu parecer sobre o artigo submetido com uma das seguintes recomendações ao Editor:

  1. Aprovado para publicação sem alterações
  2. Recomendado para publicação com sugestão de alterações
  3. Recomendado para publicação desde que feitas as alterações exigidas
  4. Não recomendado para publicação

Em todos esses quatro casos os pareceres devem ser circunstanciados. As recomendações ou exigências de alterações mencionadas nas categorias B e C devem ser justificadas com ampla consistência na argumentação e na análise dos resultados da pesquisa, não bastando emitir opiniões genéricas ou superficiais.  Especialmente no caso D, solicita-se ao avaliador uma necessária fundamentação para a recusa, baseada nos tópicos de avaliação 1 a 4.